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Vanderlei Luxemburgo

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  1. 27/06/2007

    Um alento...


    Numa época em que qualquer proposta feita por qualquer paiseco com qualquer graninha a mais faz com que jogadores deixem de atuar no Brasil, é um alento ver a atitude de Leandro Amaral. Foi um grande gesto do atleta recusar a proposta do mundo árabe, em um momento onde o Vasco passa dificuldades em campo e principalmente agora, com o desmanche de um elenco que nem é tão bom assim.

    Gratidão é algo raro no mundo do futebol hoje em dia. Leandro reapareceu no cenário brasileiro do futebol, quando estava esquecido, pelo Vascão. Jogou bem, conquistou a torcida e hoje é o jogador mais importante do time, ao lado do Morais. Seria no mínimo falta de consideração aceitar uma proposta meia boca, vinda da Arábia (ainda mais depois de tanto tempo se recuperando de contusão).

    Preferindo ficar na Colina, Leandro Amaral provou que a boa fase não é apenas com a bola. Hoje em dia, são raros os craques no caráter...



    Reforçando a posição de ídolo do Vasco...

  2. 25/06/2007

    No meio de tanta má notícia...


    ...é até um alento saber que agora o Vascão da Gama tem um dia oficial no estado do Rio: 21 de agosto. Com direiro a Diário Oficial e tudo...

    Pra mim, a partir de hoje, essa data é feriado.

  3. 25/06/2007

    Desmanche...


    E agora quem deve partir é o Abedi. Entre os jogadores cotados a abandonar o Vasco até agora, é a perda que o time vai sentir mais. Enquanto isso, as notícias sobre reforços são...nenhuma.

    Não custa lembrar: já estamos em 9º lugar.

  4. 24/06/2007

    Por falar em Oriente Médio...


    Será que algum time do Iraque não topa contratar uns cabeças-de-bagre, digo, cabeças-de-área do nosso elenco? Ouvi dizer que o país está muito acostumado com bombas. Mais uma ou duas não fariam diferença....

  5. 24/06/2007

    Domingão sem futebol...


    ...E o Vascão sem André Dias. E ainda pode perder o Fábio Braz e o Renato.

    O Canelinha pode fazer falta. Vinha jogando (era o único atacante que podíamos chamar de titular até agora), marcando seus golzinhos quando podia e mostrando dedicação. Braz, sem oportunidades com Roth, e Renato - que ainda pode ficar na Colina, mas que na posição em que é escalado não rende bem nunca - não chegariam a deixar muitas saudades...

    Mas isso não é o que preocupa. Todo mundo pensa que o aquecimento do mercado europeu é a chance que times com elencos mais modestos têm de ficar bem no Brasileirão. A base se mantêm e com alguma sorte, o time pode se destacar no conjunto.

    Acontece que não é a primeira vez países não tão cotados buscam jogadores, mesmo os igualmente não tão cotados, no Vasco. Se Espanha, Itália, Inglaterra e Alemanha não buscam jogadores como André Dias, sempre pode aparecer um país da Europa Oriental, da Ásia ou do Oriente Médio a procura de jogadores medianos. E nisso, nosso time vai perdendo titulares.

    Perder titulares não quer dizer que o Vasco fique mais fraco (atualmente, então, nem se fala!). Mas para que isso não aconteça, seria de bom tom que a diretoria se mexesse e tratasse de contratar uns reforços. Não é possível que não entre uma graninha qualquer com todas essas negociações....

  6. 22/06/2007

    E dá pra levar a sério...


    ...o resultado de um jogo em que o Amaral faz gol?

  7. 22/06/2007

    Quem sabe agora?


    Em matéria do site Netvasco, comenta-se o jogo treino contra a Portuguesa da Ilha, que terminou em um triste 1 x 1. Aparentemente, foi um resultado absurdo diante de tão fraco adversário.

    Mas não é bem assim. O time que jogou só tinha Romário (que não anda contando muito) e Amaral (que se tudo der certo não será mais o dono da posição) dos titulares. E se todos sabemos que a equipe não é nenhuma máquina, imaginem um time formado por reservas e até por jogadores que nem no banco têm conseguido ficar! O resultado é o que menos importa em jogo-treino.

    Para Celso Roth, serviu para avaliar alguns atletas que nunca tinha visto jogando. Isso é importante: se os reforços não vêm, temos mesmo que procurar soluções caseiras. E algo animador pode ter acontecido. Da matéria do Netvasco:

    "Celso Roth (...) atendendo aos apelos das arquibancadas decidiu procurar entender melhor o apoiador argentino Dario Conca. (...) o time do Universidad do Chile jogava em função de Conca e o time chileno dava total liberdade para o gringo criar e se movimentar. Isso não quer dizer que o argentino será titular na volta do Vasco ao Campeonato Brasileiro, mas Conca já está sendo visto com novos olhos pelo treinador."

    Quem sabe assim, com Roth utilizando o Conca de acordo com suas características , o Portenho não desenvolve seu melhor futebol e começa a compensar o investimento feito nele? Vamos torcer.

  8. 21/06/2007

    Professor Pardal


    Depois de inventar que tirar um homem de marcação e colocar um terceiro atacante reverteria um placar adverso contra o Botafogo e ter ido pro Morumbi jogar sem um armador sequer no meio de campo, Celso Roth agora testa um esquema 3-4-3. Só que o primeiro "3" tem o Júlio Santos na zaga e o segundo tem Marcelinho no ataque.

    Na boa? Não será qualquer inventor maluco que fará isso dar certo. Só mesmo um inventor digno de Prêmio Nobel...

  9. 21/06/2007

    De onde menos se espera...


    Vejam que fase: foi só o sujeito sair do Vasco para ele começar a se destacar. E as notícias do bom desempenho do Diego no Goiás surgem logo quando a promessa Guilherme começa a ser questionada.

    Depois dizem que a Lei de Murphy não existe...

  10. 20/06/2007

    Notas


    Celso Roth teve uma conversa de meia hora com o elenco, ontem, antes do treino. Segundo o jornal O Globo, foi para dar uma bronca no time.

    Me pergunto uma coisa: e no Celso Roth? Quem dá a bronca? Tá certo que treinador não ganha jogo, mas que pode atrapalhar, pode. E o que Roth fez nos dois últimos jogos era passível de uma bela reprimenda.



    Eurico Miranda fez uma cirurgia. Teria sido melhor se fosse na vista: apenas um cego não vê que o time precisa de reforços.



    Engraçado: os caras estão mal na tabela, vão ser mais prejudicados que o Vasco com o adiamento do jogo, mas mesmo assim, preferem não jogar. Já até marcaram um jogo-treino na véspera.

    Será que é porque a partida seria transferida para São Januário? É como diz um amigo meu: "não quero medo, quero respeito".

Julio Cesar, fluminense (NÃO O TIME!!), é há 7 anos publicitário por formação e há 32 vascaíno por convicção. Torcedor de arquibancadas - amarelas da UERJ no Maracanã e em São Januário - , quando não está preocupado com os rumos do seu Vasco da Gama, ocupa seu tempo trabalhando na Effort Comunicação.

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