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Vanderlei Luxemburgo

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  1. 09/08/2007

    Rotina....


    Mais um "cala a boca" do Vascão, dessa vez, pra cima do modelo de revista gay que já foi jogador de futebol.

    Já tá ficando chato.

  2. 09/08/2007

    Certo está o Roth...


    ...em não querer criar polêmica. Não cabe ao técnico de um time bater boca com ex-jogador em atividade que quer aparecer como polemista porque não tem mais idade para se destacar em campo.

    Mas como a torcida não é técnica do Vascão, quem puder – infelizmente ainda estou em viagem – compareça a São Janu para mostrar ao ancião Vampeta que o gosto de bacalhau pode ser bem amargo. Vamos lotar nosso caldeirão hoje e empurrar o time para mais uma goleada (e um "cala-te boca") em quem faz pouco do Vasco....


    O velho Vampeta sempre gostou de uma polêmica, basta ver suas amizades...

  3. 08/08/2007

    E as novidades?


    Os reforços do Vascão já estão treinando e Morais está prestes a voltar. Sinal de que Celso Roth terá dores de cabeça em breve.

    Isso, claro, se o técnico – que falta dizer por aqui, mas vem realizando SIM um bom trabalho – não pensar em opções táticas para escalar quem estiver bem. O 3-5-2 vem dando certo, mas isso não significa que seja a única maneira de se jogar. Com mais opções de qualidade no banco, o Vasco pode se adaptar às diferentes necessidades de jogo e isso, óbvio, é excelente.

    Sem falar que para ter uma equipe competitiva em um campeonato como o Brasileirão, é preciso ter bons reservas. E sem esquecer que o Vasco começará a disputar a Sul-Americana em breve, o que também nos faz necessitar de opções no banco.

  4. 08/08/2007

    Esperar a hora certa


    Jogo com o “Curíntia” é sempre complicado, mesmo sendo no nosso caldeirão. Por isso, é uma boa notícia saber que vamos manter a base da última partida (apesar do resultado não ter sido o ideal). Acho que nesse momento, é mais importante ter um entrosamento melhor entre quem vem jogando do que ver em campo reforços que não estão 100% fisicamente e que ainda não atuaram sob o comando do Roth.

    Sei que muita gente vai me xingar, mas falo isso porque tenho minhas dúvidas se um jogo importante como o de 5ª feira seria o ideal para a estréia do Andrade. Primeiro porque o cara está sem jogar há um bom tempo. Depois, com o empate contra o Figueira, a pressão por uma vitória – de preferência convincente - contra o Corinthians será muito maior.

    Vejam bem: não estou comparando Andrade com o Amaral (acho que o segundo perde em qualquer que seja a comparação) e sei que com o primeiro, o time ganha um bom batedor de faltas de média distância. Mas ainda assim, acho que talvez seja precipitação escalar o Andrade logo de cara na 5ª feira. Se o cara entra e não tem uma apresentação à altura da expectativa criada pela torcida – expectativa essa pela qual tenho sérias restrições, aliás – pode ser um cartucho queimado à toa. Nesse caso, só quem tem a perder é o jogador (com as críticas que seriam feitas).


    Será o momento certo para lançar Andrade?

  5. 06/08/2007

    Tropeço com sorte no fim...


    Jogo no nosso caldeirão , casa lotada, adversário bem atrás na tabela (e com o tabu de nunca ter nos vencido no Rio), poucos desfalques. Ou seja: era a chance perfeita de faturar 3 pontos e se aproximar dos líderes. E o que faz o Vasco? Empata no maior sufoco com o Figueirense.

    Sufoco em termos: no primeiro tempo só deu o Vascão. Não fosse o goleiro do Figueira, não teríamos ficado apenas no gol do Júlio Santos, mais seria mais uma goleada em São Janu. Além da marcação forte e da retranca, nosso adversário ainda deu sorte em três ou quatro dos nossos ataques.

    Mas terá sido mesmo “sorte”? Não é de hoje que – apesar das freqüentes goleadas que aplicamos – nossas finalizações têm falhado. Em jogos como os do Cruzeiro, por exemplo, isso nos custou caro. E como não aproveitamos todas as chances que criamos, o Figueirense foi lá, e num lance de contra-ataque (onde tenho minhas dúvidas se Silvio Luiz não falhou), conseguiu o empate. É o tipo de lance que não pode acontecer: um gol a poucos minutos do fim do primeiro tempo. Tivéssemos conseguido levar a vantagem no placar até o intervalo, e talvez a história fosse outra.

    Porque a volta para o 2º tempo foi triste. Talvez tenha sido o nervosismo gerado pela obrigação de manter os 100% em casa, mas a virada do Figueira veio tão rápida que nem deu tempo do Vasco se encontrar em campo. Parece ter faltado cabeça para o time se acertar e, pra piorar, as substituições de Roth não adiantaram muito (nem a estréia discreta do Enilton, nem as entradas de Ernane e Marcelinho).

    Ainda bem que Leandro Amaral não precisa ter uma atuação primorosa pra deixar sua marca. O pênalti salvador nos estertores do jogo foi para os pés que não nos tem falhado, mesmo quando não se destacam. O empate foi um resultado ruim diante das circunstâncias do campeonato (e da tabela, principalmente), mas pelo jogo que fizemos, até que demos sorte.



    Julio Santos: mesmo fazendo nosso primeiro gol me fez sentir MUITAS saudades do Jorge Luiz. O que, convenhamos, é triste.



    Só eu achei que Silvio Luiz demorou a sair no lance do primeiro gol do Figueira? Ou será que as últimas atuações do goleiro vascaíno me deixaram com pé atrás com relação a ele?



    Ainda em viagem, ainda sem uma conexão decente.

  6. 04/08/2007

    O calor da torcida...


    E como estou fora do estado, peço que os leitores do blog me representem em São Janu e lotem as arquibancadas da gloriosa e histórica Colina no jogo contra o Figueira no domingo. O time e seu comandante contam com a força do nosso estádio para colocar no bolso mais esse três pontos.

    Estando longe, terei que procurar uma TV ou acompanhar pelo rádio a partida. Mas vocês, cruzmaltinos de coração, que estão no Rio e que podem contar com uma CASA propriamente dita (sem precisar torcer para ganhar um estádio novo na aba), façam o favor de comparecer e mostrar com quantos vascaínos se esquenta um caldeirão.

  7. 04/08/2007

    Abandono


    O blog andou meio abandonado por esses dias – estou desfrutando os 30 dias de recesso a que – ainda – têm direito todos os trabalhadores sob as regras da CLT. Como estou viajando e o acesso à rede tem sido ocasional e apressado, alguns posts acabaram indo para o ar sem revisão e os comentários saíram um pouco do controle. Peço aos leitores vascaínos e aos adversários educados, perdão pelos deslizes.

    Assim que eu retornar, as coisas voltarão ao normal, pelo bem da língua portuguesa e dos leitores que buscam comentários que acrescentem algo (ou que pelo menos não sejam completamente desprovidos de nível).

  8. 02/08/2007

    É assim que se faz...


    É no campo que se cala a boca de quem fala muito....

  9. 02/08/2007

    Não foi noite de pato assado...


    ...porque o Pato não veio. Não sei se nervoso por causa dos diretores do Milan - o que mostra que o garoto tem muito o que aprender ainda - ou se amedrontado pela cruz de malta, o jovem atacante do Inter jogou mal (até perdeu um gol daqueles que "minha avó faria" no primeiro minuto). Mas, mesmo que ele jogasse bem, ontem não ia ter jeito: era a noite do Vascão.

    Mesmo atacando no começo, não demorou muito para a equipe colorada ser envolvida pelo Vasco. E quando o Vasco resolveu jogar resolveu a parada muito rápido, com duas jogadas parecidas e muito bem executadas, nossa já conhecida jogada de linha de fundo. Primeiro cruzamento de Rubens Jr e gol de Alan Kardec. Depois, cruzamento de Conca, cabeçada de Kardec e rebote nos pés do nosso matador, Leandro Amaral.

    Mas depois de um primeiro tempo primoroso, cheguei a pensar que ia rolar um repeteco da "síndrome do porco": no segundo tempo, o Vasco cedeu espaço ao Inter e levamos um sufoco por um bom tempo. CLARO que não podemos esquecer que o Inter tinha a OBRIGAÇÃO de pressionar, já que tomava de dois em casa, mas que o Vasco, depois de abrir uma diferença no placar se acomodou DE NOVO, se acomodou.

    Mas como a noite já tinha dono, a pressão colorada não surtiu efeito e o Inter não saiu do zero. 3 pontos pra Colina - estamos em terceiro com um jogo a menos - e seqüência da rotina para o time gaúcho: perder para o Vascão em casa.



    Quero só ver o que Celso Roth fará quando Morais tiver condições de jogo. Como tirar o Conca? E o Perdigão? E sem tirá-los, como manter o 3-5-2 que tem dado tão certo?



    Nosso atacante espírita comprova a boa fase, fazendo um e praticamente entregando o outro pro Leandro Amaral. Agora, o que não pode é ele "receber o espírito" do Jardel e só fazer gols de cabeça! Aquele bola em que o Perdigão deixou o Alan de cara para o Clemer não é pra perder, é pra botar no fundo da rede!



    Não tem muito tempo, muita gente pedia o Júnior no time. Onde andam esses leitores?



    É lugar comum, mas quando rola uma pressão do adversário, a zaga ainda nos dá uns sustos. Ontem, até o veterano Christian conseguiu tabelar e fazer o pivô na frente da nossa área, algumas vezes com perigo. E outra coisa: o que acontece com Silvio Luiz? Ele ontem mostrou uma insegurança incomum em mais de um lance. Roth, conversa com o cara!!!



    Até onde eu tinha lido, nos comentários sobre o jogo feitos nos posts abaixo, não ouvi UMA sitação citação sequer sobre o Guilherme. Não querendo fazer comparações (ainda acho o garoto melhor), mas se o Rubens Jr. continuar acertando cruzamentos como vem fazendo, a torcida ainda acaba aceitando ele como absoluto na posição.


    Com vitórias fora, o destino é o topo da tabela...

  10. 02/08/2007

    Antes de mais nada...


    ...cadê os torcedores colorados que estavam por aqui ontem? Sumiram juntos com o futebol do Patinho???

    Vencer o Inter no Beira-Rio? Tá virando escrita....

Julio Cesar, fluminense (NÃO O TIME!!), é há 7 anos publicitário por formação e há 32 vascaíno por convicção. Torcedor de arquibancadas - amarelas da UERJ no Maracanã e em São Januário - , quando não está preocupado com os rumos do seu Vasco da Gama, ocupa seu tempo trabalhando na Effort Comunicação.

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