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Vanderlei Luxemburgo

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  1. 04/09/2007

    Gancho físico


    Já são três meses sem Morais no time.
    Mesmo se, estando recuperado, não fosse titular, seria a opção perfeita para substituir o Conca no jogo contra o Grêmio. Agora o time vai sem seus dois melhores armadores para o sul. Conca, suspenso por cartão, é normal, coisa do jogo. Morais, parado há 90 dias por conta de uma pubalgia, é que não está certo.


    Um "gancho" de três meses dado não pelo STJD, mas por uma inflamação...

  2. 04/09/2007

    Sortudo


    Nos comentários do post abaixo está rolando uma interessante debate sobre o desempenho do nosso técnico. Como fazer o papel de advogado do Diabo (nada a ver com o Mequinha) é a minha função, tenho tido a espinhosa tarefa de tentar defender nosso técnico.

    Mas o trabalho é difícil muito mais pela quantidade de gente que detesta o que Celso Roth tem feito do que pela falta de qualidades do seu trabalho. Para mim, muitas delas são evidentes e muitas das críticas são absurdas. Mas os "defensores" do Roth são tão poucos que as vezes acho que seus detratores têm mesmo razão (vale lembrar: eu não concordo com 100% das decisões do nosso treinador). Mas tem um argumento que vem sendo muito utilizado por quem é anti-Celso Roth: sua SORTE. Por mais que eu detestasse seu trabalho, o que não é o caso, eu NUNCA concordaria com essa tese.

    Os partidários dessa opinião dizem que o Vasco está fazendo a boa campanha por conta da sorte de Celso Roth e que não estamos em melhores posições porque ele atrapalha. Argumentam que todos os pontos e qualidades do time só existem por conta da boa fase de alguns jogadores - principalmente o L. Amaral, Conca e Wágner Diniz - e que isso, não tem nada a ver com a capacidade do técnico.

    Concordo que desempenhos individuais não podem ser méritos do treinador (de nenhum deles, aliás, não só do Roth). Mas tem três coisas que me intrigam nessa história:

    Porque quando esses jogadores jogam bem e vencemos, os méritos são da sorte e quando eles jogam mal e perdemos, a culpa é do treinador?

    Porque quando Roth escala um jogador que não agrada a torcida (a dupla de acéfalos-de-área, principalmente) é burro e quando insiste no Rubens Jr. (mesmo quando todos queriam a entrada do ainda inexeperiente Guilherme) ou no Jorge Luiz (que era muito contestado no início do campeonato) ele não é inteligente?

    Quando falam do que temos o 3º melhor ataque, sempre atribuem o bom desempenho apenas ao jogadores e quando perdemos algum jogo - coisa que não acontece há um bom tempo - aconteceu porque o Roth é retranqueiro. Mas porque ninguém fala que muitos dos gols e das vitórias aconteceram por conta do esquema implatado pelo treinador, que liberou os laterais para jogarem mais avançados (o que, aliás, foi responsável pela sensível melhora do W. Diniz)?

    A torcida estar irritada com o empate com o tricolor é compreensível. O que não se pode é detonar completamente um trabalho que é feito a médio prazo por conta disso. Reduzir Celso Roth ao rótulo de retranqueiro e creditar apenas à sorte estarmos em terceiro lugar só pode ser implicância. Temos que ver os defeitos e apontá-los, mas também precisamos ver suas qualidades, que são maiores que os erros. A campanha na competição deixa isso claro, só não vê quem não quer (ou não consegue ver).

    Pra fechar: se o Vasco está em 3º na 22ª rodada do campeonato por sorte do Celso Roth, ele está dando mole! Sendo sortudo por tanto tempo, devia jogar mais na Megasena...


    O homem mais sortudo do mundo...

  3. 03/09/2007

    Sabor de derrota


    A torcida fez a sua parte e compareceu. Nossas arquibancadas estavam entupidas e dos 50.000 presentes, por baixo, uns 40 mil eram vascaínos. Celso Roth deixou Abuda no banco e veio com Marcelinho, o que foi uma boa surpresa. Antes de começar, o Fluminense X Vasco prometia.

    E começamos jogando bem, tendo mais posse de bola e tendo as melhores chances. O Tricolor ameaçou algumas vezes, mas estávamos seguros na defesa e partíamos com eficiência para o ataque. Mas errávamos sempre aquele último passe, o passe que deixa o atacante na cara do gol. As jogadas pelas laterais também estava acontecendo, mas os cruzamentos não saiam perfeitos. A torcida seguia apoiando, mas o 0 x 0 se prolongava. E já que as jogadas pelas laterais não estavam dando certo, Conca resolveu arriscar de longe, depois de uma tabela com Leandro Amaral e fez o gol do Vasco. A vantagem no placar era mais que justa naquele momento. O primeiro tempo acabou conosco na frente e a torcida estava com esperanças de um placar mais amplo no segundo tempo.

    O segundo gol parecia lógico, se o Vasco viesse para jogar na segunda etapa como jogou na primeira. Mas não veio. Recuado, desorganizado e trocando as jogadas de meio de campo pelos chutões, o Vasco parecia satisfeito com o placar desde o início. O Fluminense começou a pressionar, mas ainda assim tivemos chances (principalmente num gol feito perdido pelo Guilherme).

    E foi por volta dos 30 minutos que Celso Roth, dando provas de que estava satisfeito com o resultado, troca Marcelinho por Xavier. Se a intenção era dar mais proteção a zaga, o resultado foi que perdemos de vez o meio de campo. Tanto que não demorou muito e o Flu empatou o jogo, numa jogada pela esquerda em que a defesa pareceu não levar muita fé que fosse dar certo. Depois do gol, o Vasco ainda tentou, timidamente, retomar o controle do jogo. Mas o time já estava desorganizado e foi muito mais na empolgação que na qualidade.

    Foi um duro golpe na luta para se aproximar da liderança, ainda mais com as vitórias do Cruzeiro e do São Paulo. Mais duro ainda se pensarmos que poderíamos ter saído com a vitória do Maracanã. Ainda faltam muitos jogos e muita coisa ainda pode acontecer, mas se continuarmos perdendo pontos desse jeito, as dificuldade serão maiores. Certas horas, a invencibilidade - de nove jogos já - não adianta muito. Esse empate teve um gosto muito amargo
    para a torcida vascaína.



    Depois o Celso Roth não entende as críticas que recebe! O único cara que estava jogando alguma coisa - mesmo que prendendo demais as bolas em alguns lances - era o Marcelinho. E o Roth vai e troca o meia-atacante por um volante! Segurar vitória de 1 x 0 aos 30 minutos do 2º tempo de um clássico é pedir para tomar calor do adversário. Deu no que deu.



    Justamente diante de um Maraca lotado de vascaínos, os dois jogadores mais aclamados não jogaram o que todos esperavam. Perdigão e Leandro Amaral tiveram atuações discretas. Mas, mesmo assim, Leandro Amaral acertou uma falta no travessão e tabelou com Conca no lance do gol. E Perdigão, mesmo não jogando tudo que sabe, mostrou que na hora de iniciar jogadas e dar passes, é muito mais eficiente que Andrade.



    Do gringo, nem preciso falar: autor das melhores jogadas, passes precisos e um belo gol. Conca é o maestro do time.



    Em oposição ao Conca, tivemos o Guilherme. O garoto não ajudou na marcação como os outros jogadores, não acertou um cruzamento sequer, perdeu um gol em que tinha apenas Fernando Henrique pela frente e ainda parecia estar mais cansado que o resto do time, apesar dos seus 19 anos. Uma atuação muito fraca, de dar saudades do Rubens Jr. (que não perderia aquele gol nem de olhos fechados).



    Inversão de faltas, um amarelo ridículo para o Conca e um pênalti descarado no final do jogo. Novamente o juiz não colaborou. O lance do pênalti foi gritante: a torcida inteira do Vasco viu um zagueiro do Flu quase rasgar a camisa do Conca a menos de 5 metros do Djalma Beltrami. Depois dos erros que prejudicaram o Tricolor, não seria ele que marcaria penalidade máxima aos 42 do segundo tempo, não é isso? Faltou coragem?

  4. 01/09/2007

    Favoritos sim!


    Todo mundo fala que "clássico é clássico" e corre de qualquer menção de favoritismo. Cautela, evitar as provocações, não acirrar ânimos, não incentivar o adversário. São várias as desculpas para não adimitir que se tem mais condições de vencer um jogo com um grande rival.

    Mas isso funciona apenas para os jogadores e a comissão técnica dos times. A torcida pode - e deve - cantar o favoritismo se ele existe. Tudo pode acontecer num Vasco X Fluminense? Sim, claro. Mas o favoritismo É do Vascão sim. Alguns motivos:

    1) Pelo desempenho no campeonato - essa é fácil! Basta olhar a tabela e ver a posição dos times. O Vascão é o melhor do Rio ou não é?

    2) Pelo retrospecto - São três anos sem perder para o pó de arroz no Maraca. Não tem porque a escrita acabar amanhã

    3) Pelo embalo - São 9 jogos invictos para o Vascão. E se os tricolores estão contentes porque ganharam do Inter no Beira-Rio, não custa lembrar que vencer os colorados na sua casa já é de praxe para o Vasco.

    4) Pela motivação - Além do Vascão estar na briga direta pelo título, existem motivações pessoais: duvido que o Conca não vá quer mostrar ao Técnico Churrasqueiro que ele estava errado ao deixá-lo no banco por tanto tempo quando era treinador na Colina.

    5) Pelo técnico - Aliás, o Churrasqueiro nem no campo vai estar! Assim, ele não vai poder fazer o que faz melhor, motivar o time que dirige.

    6) Pelo retrospecto, de novo! - Convenhamos: o pó de arroz é um baita freguês do Vascão. É só seguir a escrita que os três pontos vêm pra Colina!

    Favoritismo? É do Vasco sim! Por isso amanhã é dia de encher o Maraca e provar mais uma vez porque o Gigante da Colina é o melhor time do Rio!


    Vamos lotar o Maracanã amanhã!

  5. 31/08/2007

    Qualquer semelhança...


    Vejam esses dois gols:






    Notaram a semelhança? Os passes que resultaram nos gols são muito parecidos. Coisa de quem joga muita bola...

  6. 31/08/2007

    O melhor do Rio, de novo...


    Bem que o Náutico tentou - com uma certa ajuda do nosso próprio time - mas não conseguiu estragar a festa de um ano de invencibilidade no nosso caldeirão. Mas mais importante que impor uma goleada sobre o Náutico e nos mantermos invictos em São Januário, foi termos nos aproximado dos líderes e seguir ainda com boas chances de abocanhar o penta nacional.

    E com a autoridade de quem está há quase 365 dias sem perder em seus domínios, o Vasco partiu logo pra cima do time pernambucano. Enquanto o Náutico se defendia como podia, O Vascão seguia sufocando, principalmente com jogadas pelas laterais. Usando a violência como expediente para parar nosso time, o Náutico se encolhia cada vez mais e praticamente não nos ameaçava. Íamos criando chances de gol até que Conca encontrou Leandro Amaral na área e só não marcou porque foi parado com falta. E como pro nosso artilheiro, derrubar na área é gol - porque pênalti ele não perde - o Vasco abriu o placar após a cobrança da penalidade máxima.

    O jogo prometia seguir a lógica quando Andrade, num lance desnecessário, é expulso, pouco antes de terminar o 1º tempo. Foi um banho de água fria na torcida, que contava com suas faltas mortais. Todos pressentimos que o 2º tempo seria mais sofrido do que estávamos esperando.

    E não deu outra: aproveitando a vantagem numérica, o Náutico começou a segunda etapa pressionando. Ao Vasco, restou tentar segurar a pressão, já que estavamos com 10 em campo e o esquema teve que ser mudado inesperadamente (com as entradas de Xavier e Marcelinho). E o pior aconteceu aos 11 minutos. Depois de uma bobeada conjunta da zaga, que deixou o atacante do Timbu livre na área, partiu um chute indefensável para o gol de Sílvio Luiz.

    Vendo que o risco de perdemos pontos em casa era agora uma realidade, foi a vez da torcida fazer sua parte. Apoiando o time com muita intensidade, São Januário finalmente se transformou no caldeirão que todos estamos acostumados. E o Vasco, inflamado junto com a torcida, desempatou o jogo com o gol de Marcelinho, aos 29. Jogando com menos um o segundo tempo todo, o time começava a dar mostras de cansaço. Mas buscando energias da galera, o Vascao fez o que deveria ter feito desde o começo e decidiu a partida com mais dois gols, um de Rubens Jr. e outro de Marcelinho, fechando o placar e mais uma goleada em São Janu.

    O jogo, que tinha tudo para ser tranquilo, acabou sendo bem mais complicado do que esperávamos. Mas hoje foi um dia em que o Vasco mostrou porque também é conhecido como Machão da Gama e superou todas as dificuldades. Mais três pontos, novamente na terceira colocação e com a melhor campanha entre os cariocas. Por mais que nos ignorem e se recusem a admitir, o Vasco segue firme e forte e é sim - apesar de todos negarem - um dos candidatos ao título.



    A expulsão do Andrade, que quase complicou o jogo todo, serviu para duas coisas:
    1ª) mostrou que, pelo menos enquanto ele não estiver 100% tecnicamente, não adianta colocá-lo como primeiro volante. Se ele foi expulso depois de perder uma bola boba quando tinha obrigações menores com a marcação, imaginem quando ele for o responsável principal pela marcação no meio! Se o juiz do jogo contra o Atl-Pr (pela Sul-Americana) não fosse gente boa, esse seria o segundo cartão vermelho dele em dois jogos como titular. A sorte é que Xavier já está em condições de jogo e em breve deve tomar o lugar de Amaral.

    2ª) Serviu para dar um alívio ao Celso Roth. Pelo menos por uma rodada a torcida não vai poder exigir a entrada dele no time junto com Perdigão (que aliás, fez MUITA FALTA ao time hoje).



    Já o Abuda, se continuar jogando esse futebolzinho de hoje, não fará a MENOR falta ao Vasco....



    Incrível como jogaram o Conca e o Leandro Amaral. O passe milimétrico do gringo para nosso artilheiro no lance do pênalti e o de calcanhar para Marcelinho no quarto gol foram geniais. E Leandro, mostrando que não é apenas um excelente finalizador, mostrou seu impressionante senso de coletividade ao participar dos lances do segundo e terceiro gols.

    Que Leandro Amaral é nosso principal jogador, todo mundo já sabia. Mas com o que Conca vem jogando, estamos quase podendo dividir essa posto com "El Mago". Acho que Morais vai mesmo amargar um banco quando - sabe Deus quando! - estiver em condições.



    Nossa Musa foi clamorosamente garfada...Não se abata, Priscila: o Vasco se vingou no campo por você.


    Quando será que a imprensa vai pelo menos citar o Vasco entre os favoritos ao título???

  7. 30/08/2007

    Voltando a ser o melhor do Rio...


    Roth vai de Rubens Jr. na zaga (vi essa possibilidade em mais de um lugar). Já que ele resolveu improvisar, que fosse algo que deu algum resultado antes. Se Bob Lopes não vai jogar, ótimo!

    E a entrada do Rubens na zaga coloca Guilherme na lateral. E se tem uma coisa que precisamos hoje é do ímpeto ofensivo do garoto. Partir pra cima do Náutico e resolver a partida rápido. É o que a torcida mais quer ver hoje em São Janú.

    Já que o Porco não fez a sua parte ontem, temos que tentar nos aproximar mais do São Paulo, fazer nosso dever de casa e retomar o 3º lugar e o papel de melhor clube carioca no Brasileirão.

    Todos no caldeirão hoje!



    Nossa Musa está precisando urgentemente da nossa ajuda! Parece que a menina do Náutico contratou um "serviço de votação noturna" e ela abriu uma boa vantagem durante a madrugada. Votem e ajudem a moça a reagir!

  8. 29/08/2007

    Quem não faria?


    O jogo é amanhã e a Priscila, nossa musa, tá precisando de uma força na votação: estamos perdendo para o Náutico no concurso Musa do Brasileirão.

    Vamos votar e dar uma "mãozinha" pra moça. Os votos são liberados, podem repetir o quanto quiserem.


    Vocês se negariam a fazer um favor desses pra moça?

  9. 29/08/2007

    Voltando à programação normal...


    Amanhã é dia da torcida esquecer os problemas (os de dentro e os de fora do campo) e lotar NOSSO estádio no jogo contra o Náutico. Quem for ao estádio pode, e deve, se empolgar. Mas o time do Vasco precisa jogar com seriedade e resolver o jogo na primeira oportunidade que houver. Não podemos perder mais pontos em casa, como perdemos para o Figueira.

    Com o time quase definido, teremos Andrade e suas faltas mortais desde o começo. É a chance dele provar que pode ser titular, já que Roth não vai mesmo colocá-lo junto com Perdigão. Mas como essa questão é a famosa "dor de cabeça boa" (já que os dois tem jogado bem), me preocupo mais com a zaga: a princípio, Luizão deve estrear na zaga, no lugar do Júlio Santos. Mas em se tratando da "síndrome de Profº Pardal" do Roth, nunca se sabe. Não será surpresa se ele aparecer com mais uma "invencionice" (ainda mais depois de ver que ele achou boa a atuação do Bob Lopes contra o Sport).

    Celso Roth inventar na zaga nem é impossível. Impossível é acreditar que ele REALMENTE tenha gostado daquele pênalti...

  10. 29/08/2007

    Hilário...


    Esquecendo toda a polêmica em torno do leilão - se é que ele vai acontecer mesmo - tem uma coisa que, infelizmente, os leitores vascaínos não podem desfrutar: as sandices lançadas aqui pelos comentaristas das torcidas rivais. Eu não aprovo os comentários sem noção para poupar os vascaínos - legitimos donos desse espaço - de ler um monte de despropósitos e grosserias que não acrescentam nada ao nosso blog. Mas os disparates por causa do último post foram tantos que mereciam ser mencionados.

    Por exemplo: vocês acreditam que torcedores de uns e outros times cariocas tiveram a coragem de dizer que eles comprariam São Januário? Como se o clube deles tivesse dinheiro para isso! Não é hilário?

    Seria mais interessante se esses torcedores procurassem ficar a par dos problemas dos seus próprios clubes antes de sonhar com algo que nunca terão....

Julio Cesar, fluminense (NÃO O TIME!!), é há 7 anos publicitário por formação e há 32 vascaíno por convicção. Torcedor de arquibancadas - amarelas da UERJ no Maracanã e em São Januário - , quando não está preocupado com os rumos do seu Vasco da Gama, ocupa seu tempo trabalhando na Effort Comunicação.

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