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Vanderlei Luxemburgo

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  1. 21/09/2007

    Falha grave...


    Como em campo o time do Vasco não tem sido um primor, acabmos por deixar nossa musa um pouco de lado. Um erro imperdoável, já que - diferente dos jogadores e do técnico do time - só temos motivos para elogiar a Priscila. Além dos motivos mais que evidentes na foto abaixo, a musa do Vascão não deu mole e sapecou a musa da urubulândia...

    Agora ela precisa dos nossos votos para colocar a rapozinha de volta para sua toca. E todo mundo sabe: no nosso caldeirão, a vitória é certa! Não se esqueçam de dar uma moral para a musa do Vascão.


    Batendo um bolão maior que muito jogador do Vasco...

  2. 20/09/2007

    Jogo feio


    Quem achava que não veria o Vasco numa atuação pior do que contra o Grêmio teve uma péssima surpresa. O Vasco 0 X 2 Lanús de ontem foi uma aula prática de como tratar mal a bola.

    Antes de começar o jogo, já dava para ver que teríamos problemas. Aquilo que o Lanús ofereceu como "gramado" parecia mais uma área de preservação para alguma espécie rara de sapo ou algo assim. O campo era um verdadeiro brejo, impraticável para o futebol. A partida vai entrar para história como a primeira realizada num pântano.

    Mas essa não foi a única decepção antes de a bola rolar. Assim que o Vasco entrou em campo, nosso maior medo se tornou realidade: Roth colocou a famigerada dupla de acéfalos-de-área para jogar. Com Amaral e Bob Lopes em campo, ficou claro que para nosso técnico, um empatezinho sem gols já seria ótimo.

    Diante de uma expectativa dessa, o início do jogo foi surpreendente. Começamos com uma boa pegada, a marcação firme e adiantada, com os homens de frente chegando nos zagueiros adversários. Infelizmente, pouco tempo depois, o Lanús equilibrou as ações, criando algumas chances. E foi depois de uma jogada em que um atacante portenho fez o que quis com Jorge Luiz e Vilson que o Lanús começou a pressionar. O Vasco aceitou a pressão e a pouca organização que tínhamos sumiu. O jogo então se resumiu a bicões, trombadas e escorregões no meio da lama. A partida virou um espetáculo feio, uma verdadeira crueldade com a pelota.

    As chances, algumas com perigo, foram aparecendo até que o primeiro gol dos Argentinos saiu. E numa jogada de escanteio, o que é imperdoável para uma defesa com três zagueiros com mais de 1,80. Isso, sem falar que Pelleteri, o autor do gol, era um tampinha. A coisa estava feia para o nosso lado quando os dois destaques do Vasco no jogo mostraram a que vieram: Dudar, o destaque negativo, agarrou um atacante do Lanús e o juiz marcou pênalti. Sílvio Luiz, o destaque positivo, pulou no lado certo e evitou o segundo gol.

    O placar adverso fez com que Celso Roth fizesse o que ele tem feito de pior: substituições inúteis. Marcelinho saiu e entrou Alan Kardec. Chegando muito raramente na linha de fundo, os cruzamentos para o nosso atacante espírita não saiam e ele com a bola nos pés é aquela coisa que já estamos acostumados.

    Veio o segundo tempo, sem uma mudança no panorama. O Vasco tinha mais posse de bola, mas não sabia o que fazer. Roth trocou Bob Lopes por Andrade, para tentar melhorar o meio. Mesmo não solucionando completamente o problema, mais uma vez ficou óbvio que pelo menos TENTAR o Andrade como 1º volante não custaria nada para nosso teimoso técnico.

    O jogo já estava em velocidade de cruzeiro, indo no piloto automático para o 1 x 0 quando Dudar deu novamente o ar da sua graça. Depois de um toque completamente na fogueira dado pelo Leandro Bonfim (que entrou no lugar do cansado Conca), Dudar, querendo exibir toda sua técnica, resolve não dar um bicão e tenta driblar um atacante do Lanús, dentro da área. Tenta e obviamente não consegue. 2 x 0 pros donos da casa em mais um lance bizarro do nosso zagueiro portenho. Depois disso já não havia mais o que fazer e os jogadores dos dois times pareciam satisfeitos com resultado.

    Dessa vez a classificação não vai ser tão fácil, mas não é nada impossível. Apesar da vitória, o Lanús é um time bem fraquinho. Quarta que vem, no nosso caldeirão e com o time mais completo, a história será diferente.



    Mesmo pegando um pênalti, Silvio Luiz não conseguiu evitar nossa derrota. Fica como consolo a certeza de que foi o único que se salvou do vexame de ontem. Além da penalidade defendida, Silvio interceptou várias jogadas do Lanús e deve ter ficado rouco de tanto gritar com a zaga. Apesar disso, acho que gol de escanteio sempre é, em parte, falha do goleiro. O dia que nosso goleiro decidir sair mais vezes do gol, ele estará muito próximo de se tornar um goleiro completo.



    E o Dudar, hein? Sem comentários!



    Começar a partida com Bob Lopes não tem explicação: ele não marca (o lance do 1º gol foi em cima dele), não passa bem, não faz nada direito. Se Roth põe em campo um volante que não marca bem, melhor colocar o Andrade pra jogar! Não é nada, não é nada, pode pintar uma falta para ele cobrar!

    A justificativa do Roth é de que Andrade não é 1º volante porque não tem o mesmo poder de marcação que os acéfalos-de-área. Não que eu ache que o Andrade resolveria todos os nossos problemas, mas se o Bob Lopes também não marca bem, essa desculpa é esfarrapda.

  3. 19/09/2007

    O sentimento não pode parar...


    Não se esqueçam: hoje, todos diante das tvs e torcendo muito pelo Vascão. A competição é internacional e um bom resultado vai dar aquela moral pro jogo contra a Raposa no Brasileirão.

    Vamos deixar a desconfiança de lado e apoiar, mesmo à distância, nosso time!

  4. 19/09/2007

    E o ataque? Como fica?


    Na home do Vascão do Globo Esporte.com de hoje foi ao ar uma matéria em que alguns jogadores dão suas fórmulas sobre como sair com um bom resultado no jogo de hoje pela Sul-Americana. Todos os questionados têm características defensivas: Sílvio Luiz, Dudar, Jorge Luiz, Amaral, Andrade e Rubens Jr. Talvez por isso, a tônica foi uma só: para eles, o Vasco precisa segurar a pressão e jogar no contra-ataque.

    Pelo direcionamento dado à matéria, obviamente que o resultado não poderia ser diferente. Mas, mesmo sendo jogadores de defesa, a preocupação excessiva com a pressão do Lanús me deixa ressabiado. Esse lance de "aguentar a pressão" não costuma dar certo. Seria interessante saber quais seriam as receitas do Leandro Amaral, Conca e (fazer o que?) Marcelinho para saírmos com um bom resultado da Argentina, de preferência uma vitória.

    O cuidado com a defesa é necessário em qualquer jogo. Mas ultimamente tenho achado mais problemático o nosso ataque. Não custa lembrar que nos últimos 5 jogos, marcamos apenas cinco gols (e dois foram em cima do fraco time reserva do Atlético-PR). A queda de rendimento é evidente.



    Começar com Amaral e Roberto Lopes é indefensável, Roth. Mesmo não sendo muito fã da fase em que anda o Andrade, ele é muito superior que ambos e teria que jogar no lugar do Perdigão. Num jogo como esse, suas cobranças de falta podem ajudar e muito.

  5. 18/09/2007

    Espaço livre...


    A partir de hoje, toda terça vai ao ar um post apenas para os vascaínos falarem o que quiserem nos comentários. Xingar o blogueiro, técnico ou dirigentes, elogiar jogadores, sacanear os rivais...Tudo será liberado, sem a obrigação de ser relacionado com o assunto do post.

    Esse é o primeiro. A galera já pode colocar a boca no trombone...

  6. 18/09/2007

    Alívio


    Esquecendo o jogo com a mulambada, falemos da outra competição da qual participamos, a Sul-Americana. Sempre é um alívio saber que podemos ver jogos do Vascão sem árbitros brasileiros apitando.

    Os jogadores que viajam para enfrentar o Lanús já foram definidos pelo Roth e Perdigão é o maior desfalque. Com isso, Andrade deve ser titular na partida. O time que começa jogando ainda não foi divulgado, então segue a dúvida: quem jogará com Leandro Amaral? Pelas últimas escalações, acredito que deva ser o Marcelinho, sevindo mais como armador que como atacante. Se isso se confirmar, lá vem 3-6-1 por aí.

    O adversário justifica esse esquema ainda mais cauteloso que o normal? Não faço a menor idéia! Desconheço por completo o Lanús. Aliás, desconhecia. O leitor Matheus Paixão enviou por e-mail um perfil da equipe portenha. Ele não informou a fonte das informações, mas vamos a elas:

    "Da Zona Sul de Buenos Aires, o Lanús é um clube que viveu o auge na distante década de 50. Seu maior feito, no entanto, foi a conquista da Copa Conmebol de 1996, justamente num ano em que o Vasco também participou desta hoje
    extinta competição.

    Diferentemente de Boca Juniors e River Plate, o Lanús não costuma revelar grandes talentos em profusão. Recentemente, um dos melhores jogadores surgidos em suas fileiras de base foi o meia Ariel Ibagaza, que fez sucesso defendendo o Mallorca, da Espanha. No Campeonato Argentino atual , o Lanús passa por um bom momento. Em quarto lugar (dois pontos atrás dos líderes Independiente e Boca Juniors), está invicto há cinco rodadas. Numa das últimas, derrotou o atual campeão San Lorenzo por 4 a 3. Já marcou 15 gols, e levou 13.

    O time não tem jogadores famosos. O atacante José Sand é, talvez, o mais perigoso. Com cinco gols, é o vice-artilheiro do torneio apertura. Na Copa Sul-Americana, o Lanús eliminou na primeira fase o seu compatriota Estudiantes. Ganhou a primeira partida por 2 a 0 em casa, e perdeu a segunda, fora, por 2 a 1, garantindo, assim, sua classificação para enfrentar o Vasco.
    "

    Pelo visto, o time não é bobo (como nenhum outro nessa competição). Não que isso justifique uma escalação cautelosa medrosa do Vasco. Jogar compacto e partir na boa é uma coisa. Retranca e bicão pra frente não costuma dar certo (a não ser que tenhamos a ajuda do juiz como uns ou outros times por aí). Temos que jogar com inteligência esse primeiro jogo, não cair na velha e conhecida catimba argentina e voltar com um resultado positivo. Aí, decidir a vaga no nosso caldeirão será moleza...

  7. 17/09/2007

    Macumba da braba


    Um bom termômetro para se saber que time foi melhor em um empate é reparar na reação da torcida na saída do estádio. Quem estava nas cercanias da UERJ depois do Flamengo 1 x 1 Vasco de ontem pode notar facilmente o alívio e felicidade da torcida urubulina e a decepção e raiva dos vascaínos. A decepção era por ter perdido dois pontos em uma partida na qual a vitória era o mais justo. A raiva ficou por conta de mais um jogo com erros grosseiros de arbitragem e a coroação do mau resultado com um lance no último minuto que só mesmo uma macumba das brabas pode ter sido a responsável.

    Como todos os vascaínos - ou qualquer pessoa que entende minimamente de futebol - esperavam, o Vasco foi muito superior ao Flamengo, do ínicio ao fim do jogo. Armado mais cautelosamente que o próprio Vasco, a mulambda entrou em campo com o claro objetivo de 1º) não tomar gols 2º) torcer para que um lance casual ajudasse no ataque.

    O jogo, que já parecia estar melhor para o nosso lado, ficou ainda melhor com a saída do Renato Augusto logo no começo. Era o último lampejo de alguma criatividade para a urubuzada indo embora. A saída abalou o Framengo, tanto que logo depois o Vascão abriu o placar com Leandro Amaral, numa cabeçada fulminante depois de um escanteio cobrado à perfeição pelo melhor gringo em atuação no Brasileirão.

    O gol não diminuiu o ímpeto do Vascão, que continuou pressionando. E foi aí que um jogador começou a mostrar que seria a salvação do time rubro-negro: Bruno, que sempre foi um bom goleiro, deve ter feito ontem a melhor apresentação da sua carreira. Bruno impediu que excelentes chutes do Perdigão e do Conca entrassem.

    E como não ampliamos, aconteceu o que Joel Cachaça esperava ao armar seu time com 4 volantes: num lance de sorte - um bicão do meio de campo que foi parar na área - nossa zaga bateu cabeça, Rubens Jr. não acompanhou Leonardo Moura e o empate, injusto naquele momento, acabou acontecendo.

    No segundo tempo, as coisas não mudaram muito. Continuamos dominando, o Flamengo tinha um ou outro lance sem muito perigo e Bruno continuava operando milagres. Perdigão e Conca, novamente e Leandro Amaral duas vezes foram parados pela atuação espírita do goleiro do Urubu.

    E por falar em espírita, Alan Kardec (que entrou no lugar do Marcelinho) foi alvo de uma macumba das brabas feita por algum rubro-negro. Só isso explica que sua cabeça - justamente a única parte do seu corpo que já mostrou algum talento para o futebol - ter impedido o gol do Wágner Diniz no último lance da partida.

    Resultado: a urubulândia em festa com um ponto ganho e a torcida cruzmaltina revoltada com a perda de mais dois pontos em um jogo em que merecíamos a vitória. A mulambada ficou um pouco mais distante da segundona e nós, mais longe do G4. Não é para se desesperar ainda. Temos um jogo a menos e estaríamos em terceiro na tabela se vencermos o jogo que falta. Mas esse outro empate ligou o sinal vermelho na Colina. Até porque o jogo que falta é com o mesmo Flamengo que já mostrou ter muita sorte (com o Bruno) e muita ajuda (do juizinho mequetrefe que apitou a partida).



    Ficou na cara que ganhar do Flamengo não é difícil. Agora, ganhar da retranca deles e do juiz fica impossível. Mesmo que argumentem que houve um pênalti a favor dos caras (e houve) a famosa "lei da compensação" era pra ser aplicada na rasteira que Juan deu no Wágner Diniz, ainda no 1º tempo. Nada justifica ele não ter marcado o empurrão do Fábio Luciano no Marcelinho (o juíz estava a 5 passos do lance, dá pra ver nos melhores momentos) e a mão do Juan no chute de Leandro Amaral. E o argumento de que foi "bola na mão" não convence: o lateral do Framengo estava com os braços abertos.

    Senhor Marcelo de Lima Henrique: não marcar um pênalti pra cada lado, tudo bem...deixar de marcar quatro já é ser mal intencionado.



    O lance do gol mostrou que a zaga ainda bate cabeça: três jogadores em cima do Obina, um corte mal feito e a bola sobra sozinha no pé do L. Moura, livre, porque Rubens Jr. não acompanhou. A continuar assim, as coisas vão acabar se complicando.



    Começo a concordar com o argumento da galera: o Andrade não pode ser reserva do Perdigão. O primeiro é TÃO inferior ao segundo que realmente não tem sentido a teimosia do Roth. Perdigão dá estabilidade ao meio de campo, marca e passa bem a bola. O Andrade faz, razoavelmente, a marcação. Nos passes, ele anda muito fraco. E ruim no passe por ruim no passe, ele pode muito bem jogar no lugar de um Amaral e (CERTAMENTE!) no lugar de um Bob Lopes.



    A torcida sempre reclama da defesa e dos volantes, mas uma coisa que ficou clara nas últimas partidas é que um dos grandes
    defeitos do time é não ter alguém à altura do Leandro Amaral para jogar com ele. Marcelinho não fez muita coisa e seria melhor que Alan Kardec não tivesse feito nada, já que sua única aparição foi ao impedir o gol da vitória. As outras opções não são melhores (Enílton nunca me agradou e Abuda é uma decepção completa). Estou com saudades do André "Canelinha" Dias!

    Acho que a melhor solução caseira, já que Roth não parece MESMO querer testar o Martin Carvalho, é torcer por uma volta rápida do Morais e colocá-lo na frente.

  8. 14/09/2007

    Logo mais....


    ...estará no ar um podcast com esse que vos escreve e o Arthur (blogueiro do Urublog e museólogo nas horas vagas). Façam o obséquio de nos prestigiar, por favor...


    Update: problemas com meu computador me impediram de atualizar o blog ontem. Aqui vai o link para o podcast que falei aí em cima.

    Só para reforçar: todos no Maraca hoje para mais uma vitória do Vascão. Mas o objetivo é TORCER e não partir para violência. Vamos ver mais três pontos para nossa conta sem tumultos ou brigas!

    Não se esqueçam: nossa Musa também precisa da nossa torcida e, mais ainda, dos nossos votos.

  9. 13/09/2007

    Clássico da zoação...


    Batendo uma bola com o Arthur, do Urublog (o famoso caso de "exceção que comprova a regra", já que ele é um flamenguista articulado e inteligente), percebemos que uma coisa que une todas as torcidas aqui do Rio é a irreverência. Não importa o grau de rivalidade, o bom humor impera nas provocações entre as torcidas.

    Então o Blog da Fuzarca e o Urublog, num consórcio inédito entre os blogs do Globo Esporte.com, decidiram liberar as provocações entre as torcidas do Vascão e da Urubulândia. O "Clássico dos Milhões" desse domingo será acompanhado pelo "Clássico das Zoações" aqui e lá no blog do Arthur.

    Até domingo, as pilhas e zoações entre as torcidas estão liberadas. Não preciso falar isso para a imensa letrada e educada torcida vascaína, mas como algum molambo pode acabar passando por aqui, aviso que algumas regras devem ser seguidas:

    • Nada de palavrões em excesso, ofensas às progenitoras dos blogueiros e estímulos à violência física;

    • Manifestações racistas, xenófobas e preconceituosas com relação à cor, credo e orientação sexual não serão aceitas.

    Qualquer comentário que desrespeite essas regras será deletado, tanto aqui como lá


    De hoje a domingo a zoação está liberada, mas tudo com um nível que a instituição VASCO DA GAMA possa se orgulhar. Sei que torcedores que ostentam a CRUZ DE MALTA no peito não precisam de recados para mostrar sua superioridade.

    Não custa lembrar: torcedores de outros clubes não estão convidados para esse clássico. Esperem sua vez para os torcedores do melhor time do Rio sacaneá-los...


    Todos os vascaínos estão convocados para um "pedala" na molambada...

  10. 13/09/2007

    Fácil, fácil...


    Como todo mundo esperava - menos os torcedores mais esperançosos do Furacão - a classificação pras oitavas-de-final da Sul-Americana veio fácil. Podendo perder por até dois gols de diferença, o mistão do Vasco levou a vaga com sobras: 2 x 0 em cima do Atlético-PR.

    Mas, mesmo tendo sido moleza, o Vascão não jogou bem. Criamos jogadas, até mais que o normal, mas muito por conta do fraco time do Atlético, que também veio com seus reservas. O primeiro lance do jogo com algum perigo foi dos paranaeses, mas depois dos 10 minutos do 1º tempo, dominamos o jogo. Dominamos, mas a bola insistia em não entrar.

    No segundo tempo, continuamos chegando facilmente ao gol do Atlético, mas nada do gol sair. Até que Marcelinho começou a se tornar o nome do jogo: Wágner Diniz avançou pela direita e chutou (ninguém vai me convencer que aquilo foi um cruzamento) e o meia escorou. O "cruzamento" de Diniz foi tão forte que a bola foi como um tiro indefensável para o goleiro paranaense. Depois do gol, a missão que já era dificílima para nosso adversário parecia impossível, o que fez o Furacão se abater ainda mais. E não foram necessários mais que três minutos para o Vascão ampliar, novamente com Marcelinho, entrando como quis na área do Atlético e marcando um belo gol. Caixão rubro-negro fechado, Roth ainda colocou Leandro Amaral e Conca no final. Eles não tiveram tempo para fazer nada. Sorte do Atlético.

    Agora pegamos o Lanús (quem?!?!) na Argentina. É partir pra cima dos portenhos - com a ajuda do conterrâneo Conca - e seguir rumo a mais um título internacional.



    Em um jogo fácil, não há muito o que comentar. Marcelinho mostrou qualidade novamente, inclusive com um belo gol. O jogador passou por uma situação semelhante há alguns dias, quando foi destaque no jogo contra o Náutico (também com dois gols) e foi titular num clássico em seguida. Contra o Flu ele não foi mal, mas cansou rápido no segundo tempo e saiu.

    Vamos torcer que ele mantenha o nível contra a mulambada e não se canse como aconteceu contra o tricolor. Se depender da noite de ontem, os rubro-negros não vão passar bons momentos com Marcelinho em campo.


    O destaque da noite...

Julio Cesar, fluminense (NÃO O TIME!!), é há 7 anos publicitário por formação e há 32 vascaíno por convicção. Torcedor de arquibancadas - amarelas da UERJ no Maracanã e em São Januário - , quando não está preocupado com os rumos do seu Vasco da Gama, ocupa seu tempo trabalhando na Effort Comunicação.

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